quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O BERÇO DA DESIGUALDADE




























O berço da desigualdade. The cradle of inequality. La cuna de la desigualdad. Le berceau de l'inégalité. Brasília: UNESCO, Instituto Sangari, 2009. Foto: Sebastião Salgado.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Ousmane Sembene

Nota:
Os filmes de Ousmane Sembene encontram-se disponibilizados na internet. Os que gostam de baixar arquivos e estão habituados com as ferramentas da informação, não terão dificuldades em adquirí-los. Geralmente com legendas em inglês ou francês, raramente em portugues. A seguir, extraido de sites facilmente identificáveis, uma pequena informação do seu trabalho e principais realizações.

Ousmane Sembene is assuredly one of the most prominent figures in African film and literature. One of Sembène's goals had always been to touch the widest possible audience and at age 40 he decided to become a film maker producing his first film, a short called ‘Borom Sarret’ (1963). During the following year (1964), he made another short film entitled ‘Niaye’. In 1966 he produced his first feature film ‘Black Girl’, the first feature film ever released by a sub-Saharan African director. This French-language film won the Prix Jean Vigo, bringing international attention to both African films generally and Sembène specifically.

Sembène followed this success with the 1968 release of ‘Mandabi’ – the language used in this film was Wolof, the indigenous language of Senegal. Later Wolof-language films included Sembene’s film classic ‘Xala’ (1975, based on his own novel of the same name), ‘Ceddo’ (1977), ‘Camp de Thiaroye’ (1987), and ‘Guelwaar’ (1992). In 1971, Sembène also released the award winning film ‘Emitai’ – this time using the Diola language. His final film ‘Moolaadé’ (2004) won awards at the Cannes Film Festival and the FESPACO Film Festival in Ouagadougou, Burkina Faso.








http://www.cine3mondes.com/dvds/afrique,1,guelwaar,19


GUELWAAR
Réalisé par SEMBENE Ousmane.
Sénégal.
wolof, st français, 1991, 110 min.
VOST, Fiction.


Guelwaar, catholique et grand défenseur de l’auto-détermination de l’Afrique a été éliminé parce que ses paroles dérangeaient. On s’aperçoit le matin de ses obsèques que son corps a disparu et l’éloge funèbre se fait autour d’un cercueil vide. A la suite d’une erreur administrative, c’est une puissante famille musulmane qui l’a enterré et qui ne veut rien révéler pour ne pas perdre la face. Les deux communautés religieuses vont se dresser face à face en évoquant le souvenir de ce curieux personnage qui faisait trembler les autorités en fustigeant les aides internationales reçues par l’Afrique.

« Un peuple peut-il vivre en ne comptant que sur le secours des autres ? L’aide internationale inoculée par dose homéopathique a atrophié toute velléité de trouver des solutions à nos maux socio-économiques. Cette philanthropie a favorisé l’enrichissement illicite des dirigeants qui ont plus assassiné leurs concitoyens que pendant cent ans de colonisation. »
Sembene Ousmane

Nota: Os filmes de SEMBENE,Ousmane exigem adentrar-se pela história do colonialismo e aproximar-se das várias Áfricas aí espelhadas. Requer tempo, sabedoria, levar o pensamento em direção à descolonização: um trabalho para os que se dispõem ao diálogo com diferentes linguagens, um convite à investigação. Ver, rever, abismar-se. Em direção à poesia e linguagem do diferente.

sábado, 26 de novembro de 2011

Cinema da Guiné Bissau, Flora Gomes.




























Os filmes de Flora Gomes, a meu ver, precisam sempre ser vistos e revistos. Realizador indispensável do atual cinema africano, Flora Gomes dispõe dentre os mais conhecidos na sua filmografia principal: O Regresso de Cabral (1976), A Reconstrução ( 1977), Anos no Oça Luta ( 1978), Mortu Naga ( 1987), Os Olhos Azuis de Yonta( 1992), A Máscara( 1994), Po di Sangue( 1996), Nha Fala( 2002), As Duas Faces da Guerra ( 2007), dentre outros.

Em 2004, o cineasta guineense apresentou em sessão especial na XXXI Jornada Internacional de Cinema da Bahia o filme Nhá Fala (2002). Em novembro de 2011, em homenagem ao DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA, numa sessão de debate, na Sala Luiz Orlando da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, seu filme ganha novos olhares e interpretações mediante uma platéia atenta de professores e cineastas que lembram a importância e o valor da história de Moçambique e de Amílcar Cabral. E, que viva Vita, personagem interpretada por Fatou N'Diaye, a mostrar que a herança africana merece sempre ser revisitada.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Cinema Moçambicano, Flora Gomes


(clic na imagem para ampliá-la)

























Relançamento do Filme NHÁ FALA. Uma Comédia Musical de FLORA GOMES . DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA.
Atividade do Clube de Cinema da Bahia.

Debate após o filme mediado pelo Prof. Dr.Valdemir Zamparoni, Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos, Ufba/Ceao.

Data: 25 de novembro de 2011
Hora: 14:00 às 16:00
Local: Sala de Projeção Luis Orlando - terceiro andar.
Biblioteca Pública do Estado da Bahia-Barris.